Ideias para uma cidade melhor

15
Mai 08

AUTOCARROS EM BRAGA

 

  • INFORMATIZAÇÃO DOS CIRCUITOS DOS AUTOCARROS
  • INTRODUÇÃO DE PAINEIS DIGITAIS INFORMATIVOS RESPEITANTES AOS CIRCUITOS E HORAS DOS AUTOCARROS
  • INTRODUÇÃO DE AUTOCARROS VERDADEIRAMENTE ECOLÓGICOS
  • IMPLEMENTAÇAO DE UM SISTEMA SMS DE IMFORMACOES ACERCA DA REDE PÚBLICA

 

VIAS NO CENTRO DA CIDADE

 

  • PROIBIÇÃO DE VEÍCULOS NÃO-PUBLICOS NO CENTRO DA CIDADE
  • CRIAÇÃO DE UM ELÉCTRICO COMPLETAMENTE INFORMATIZADO
  • INTRODUÇÃO DE COLUNAS HI-FI A TRANSMITIR A RÁDIO DA CIDADE
  • CRIAÇÃO DE UMA CICLOVIA NO CENTRO DA CIDADE COM PONTOS DE ALUGUER DAS MESMAS
  • INTRODUÇÃO DE PAINEIS DIGITAIS INFORMATIVOS SOBRE AS RUAS DA CIDADE E ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS

 

TURISMO

 

  • TELEFÉRICO ATÉ AO SAMEIRO COM PARAGEM NO BOM JESUS
  • AUTOCARROS TURÍSTICOS

 

ARTES E ESPECTÁCULOS

 

  • PROMOÇÃO DA ACTUAÇÃO DE ARTISTAS DE RUA NO CENTRO DA CIDADE
  • DIVULGAÇÃO VIA INTERNET E SMS DE ESPECTÁCULOS E EXPOSIÇÕES A TODOS OS CIDADÃOS
  • CONSTRUÇÃO DE UM CENTRO CULTURAL

 

ECOLOGIA

 

  • UTILIZAÇÃO DE PAINEIS SOLARES NAS CASAS, NOS PRÉDIOS, NA ILUMINAÇÃO PÚBLICA E NAS ESTRADAS
  • SINALIZAÇÃO DOS ECOPONTOS
  • LIMPEZA E FILTRAÇÃO DO RIO
  • LIMPEZA E PROMOÇÃO DE ESPAÇOS VERDES EM TODOS OS EDIFÍCIOS
  • PROIBIR OS COMBUSTÍVEIS POLUENTES

 

TECNOLOGIA

 

  • INCENTIVAR A PRODUÇÃO DE PROJECTOS INOVADORES E FUTURISTAS QUE MELHOREM O NIVEL DE VIDA DOS CIDADÃOS
publicado por techbraga às 15:59

10
Abr 08

 O maior hospital universitário nascerá em Braga. O edifício, a executar em Gualtar, bem próximo das instalações da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho, abrirá as portas dentro de três anos. O consórcio Escala, composto por José de Mello Saúde, Somague e Edifer, foi o vencedor do concurso internacional para a construção e a exploração da unidade hospitalar (através de uma parceria público-privada), que servirá a população do distrito de Braga.

O investimento totaliza 140 milhões de euros. Ocupará uma área de cerca de 150 mil metros quadrados (mais de 98 mil metros quadrados de área clínica) e disporá de 705 camas, sendo que 600 serão afectas ao internamento normal. Acolhendo o centro hospitalar de Braga/Barcelos, terá 423 médicos e 698 enfermeiros no quadro. O número total de colaboradores será de 1901.

 


 
publicado por techbraga às 14:36

21
Fev 08

O Elevador do Bom Jesus, é um funicular que liga a parte alta da cidade de Braga ao Santuário do Bom Jesus do Monte.

O elevador segue um percurso paralelo a uma escadaria monumental conhecida como Escadórios do Bom Jesus e termina na sua parte superior junto à estátua equestre de São Longuinhos.

O elevador funciona sobre uma rampa e é constituído por duas cabines independentes, ligadas entre si por um sistema funicular do tipo endless rope.

O seu funcionamento baseia-se no sistema Contrapeso de Água. As cabines têm um depósito que é cheio de água, quando estão no nível superior, e vazio no inferior. A diferença de pesos obtida permite a deslocação. No elevador do Bom Jesus, a quantidade de água é calculada em função do número de passageiros que pretendem efectuar viagem em cada sentido.

 

Aspectos negativos encontrados:

 

- Falta de limpeza do caminho por onde circula.

- Falta de manuntenção do elevador.

- Inactividade relativa durante o ano (praticamente só funciona na época de férias)

publicado por techbraga às 15:43
editado por Luis em 12/03/2008 às 22:12

A Biblioteca Pública de Braga localiza-se no Praça do Município em Braga.

A biblioteca foi fundada por Manuel Rodrigues da Silva Abreu, formada com as livrarias dos conventos extintos por lei de 28 de maio de 1834.

Foi Almeida Garrett que pela portaria do Ministério do Reino de 27 de Julho de 1840, encarregou Silva Abreu de "coligir e examinar as bibliotecas dos extintos conventos do distrito de Braga, fazer os respectivos catálogos e informar sobre o apreço dos diferentes manuscritos que ali existem".

Silva Abreu recolheu as livrarias dos conventos do Carmo, Falperra, S. Frutuoso, Pópulo e Tibães, de Braga; Santo Antonio dos Capuchos, Casa da Cruz, Casa da Costa, S. Domingos e S. Francisco, de Guimarães; Franqueira, S. Francisco, Palme e Vilar de Frades, de Barcelos; Rendufe e Bouro, de Amares; Arnoia, de Celorico de Basto; e Refojos e Colégio de S. Bento, de Cabeceiras de Basto.

A estas livrarias juntou-se a do próprio convento dos Congregados, formando tudo a considerável massa de mais de vinte mil volumes.

A Biblioteca foi fundada em 1841 e a sua inauguração fez-se a 16 de Setembro de 1857.

Em 1911 Alberto Feio foi nomeado bibliotecário. Em 1934 mudou-se para a sua localização actual no antigo Paço Arquiepiscopal Bracarense.

Desde 1975 está integrada na Universidade do Minho , e possui, desde 1932, um depósito legal de todos os livros e publicações portuguesas.

Presentemente possui mais de quinhentos mil volumes.

Actualmente a Biblioteca Pública e o Arquivo Distrital de Braga encontram-se instalados num magnífico edifício do antigo Paço Episcopal Bracarense na Praça do Município, mandado construir pelo arcebispo D. José de Bragança.

publicado por techbraga às 15:35

Casa dos Crivos ou das Gelosias, é um exemplar arquitectónico da cidade de Braga nos séculos XVII e XVIII.

O edifício é marcado pela cobertura total por gelosias "a partir do século XVII, quando o ambiente de excessiva religiosidade fez cobrir as janelas de gelosias que dariam a Braga o aspecto de uma cidade muçulmana" (In Guia de Braga - Arte e Turismo, de Sérgio da Silva Pinto, edição da Câmara Municipal de Braga, 1959).

É classificado como Imóvel de Interesse Público.
publicado por techbraga às 15:35

A Casa Grande ou Casa dos Cunha Reis, é uma casa apalaçada (ou solar) em Braga, Portugal.

Implantada desde o final do século XVIII no Campo das Hortas, constitui uma das diversas marcas de poder que, ao longo dos tempos, os deões da Sé de Braga imprimiram à cidade. Foi seu impulsionador D. António Alexandre da Cunha Reis da Mota Godinho que adquiriu esta propriedade, onde edificou o imóvel que ainda hoje conhecemos e que foi considerado, à época, como uma das mais significativas construções da zona extramuros de Braga.

A sua família, ligada ao comércio do vinho, e os próprios cargos por si desempenhados (Deão do cabido da Sé, vigário capitular, governador temporal do arcebispado, cavaleiro da Ordem de Cristo, Senhor da Quinta da vacaria), permitiram-lhe ostentar o seu poderio (económico, político e religioso) através da arquitectura.

O brasão, patente no frontão triangular que remata o edifício é, no entanto, posterior, tendo aí sido colocado por seu irmão, Joaquim Jerónimo, herdeiro da casa por morte do deão, em 1834.

A Casa Grande continua a pertencer à mesma família, sendo o actual proprietário António da Cunha Reis.

Foi classificado como Imóvel de Interesse Público em 1977.

publicado por techbraga às 15:27

O Palácio do Raio, ou Casa do Mexicano é um palácio, localizado em Braga, Portugal

Construído em 1754-55, por encomenda de João Duarte de Faria, poderoso comerciante de Braga, e projecto do arquitecto André Soares, é um dos mais notáveis edifícios de arquitectura civil da cidade de Braga, em estilo barroco joanino.

O palácio foi vendido em 1853, por José Maria Duarte Peixoto, a Miguel José Raio, visconde de São Lázaro, ficando conhecido como Palácio do Raio.

Miguel José Raio era um capitalista brasileiro, nascido em Braga, na rua da Cruz de Pedra, em 10 de Maio de 1814 e falecido em 14 de Agosto de 1875.

O novo proprietário, em 1863, abriu a rua em frente do palácio, para permitir uma melhor visão da sua casa e poder construir duas habitações para as suas filhas.

Em 1882 os herdeiros de Miguel José Raio venderam o palácio ao Banco do Minho que, por sua vez, a revendeu, no ano a seguir, à Santa Casa da Misericórdia que nela instalou alguns serviços do Hospital de S. Marcos.

Está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1956.

publicado por techbraga às 14:57

Em 1906, um grupo de bracarenses liderado por Artur José Soares (presidente da Câmara Municipal de Braga na época), José António Veloso e Cândido Martins idealizaram o Theatro Circo. Nessa data a cidade possuía apenas o pequeno Teatro São Geraldo (no local onde hoje se encontra o Banco de Portugal), vindo assim o Theatro Circo satisfazer as necessidades da cidade, que assistia a um grande desenvolvimento teatral, como o resto do país. Com a construção do Theatro Circo, o edifício do Teatro São Geraldo foi vendido ao Banco de Portugal, que aí construiria mais tarde a sua delegação em Braga.

O Theatro Circo foi projectado pelo arquitecto Moura Coutinho, sendo construído em parte do espaço anteriormente ocupado pelo extinto Convento dos Remédios. As obras iniciaram em 1911 e terminaram três anos mais tarde (1914). A sala principal, de estilo italiano e com uma capacidade de 1500 lugares, estava organizada em taburnos para uma fácil adaptação entre os vários tipos de espectáculos. Dada a sua dimensão e arquitectura foi considerado um dos maiores e mais belos teatros de Portugal.

Em 21 de Abril de 1915, foi inaugurado pela companhia do “Éden Teatro de Lisboa”, com a opereta de Leoncavallo La reginetta delle rose (A Rainha das Rosas). Entre 1918 e 1925 o Theatro Circo é gerido pelo Teatro Sá da Bandeira. Neste período assiste-se a grandes espectáculos, como as óperas Madame Butterfly de Puccini e Aida de Verdi. É também tempo para revelações artísticas locais, com as estreias do Orfeão de Braga e da Orquestra Sinfónica de Braga. Durante a década de vinte foi criado no imóvel o Salão Nobre.

Na década de trinta ao teatro, à revista, ao circo, ao cinema mudo e à música junta-se o cinema sonoro. Esta renovada arte marca um ponto de viragem no Theatro Circo. As exibições de filmes de Charlie Chaplin ou de Rudolfo Valentino ou de filmes nacionais como Minha Noite de Núpcias, provocam o declínio das então artes tradicionais. No ano de 1933 o Theatro Circo e o Cinema São Geraldo mudam de gerência, que é entregue a José Luís da Costa do Teatro Garrett da Póvoa de Varzim. A Sociedade Dramática Bracarense, em 1935, inicia-se aqui no mundo do espectáculo.

Durante a ditadura do Estado Novo, além das actuações culturais censuradas pelo Estado, é utilizado como palco de campanha e acções de propaganda. De salientar o dia 1 de Junho de 1958, quando os espectadores foram convidados a assistir na varanda do Salão Nobre à enorme violência exercida pela policia sobre o povo adepto da Oposição Democrática liderada pelo General Humberto Delgado.

Após o 25 de Abril de 1974, com o fim da censura, as peças teatrais convergem todas para o tema central da liberdade. No entanto, a abertura de novas salas de cinema na cidade e a ascensão da televisão em Portugal provocam o declínio económico do Theatro Circo. Na tentativa de recuperar alguma rentabilidade, foi vendido o Café Bristol (café situado na esquina do edifício) a uma instituição bancária, que aí instalou uma agência. Em 1987, a Companhia de Teatro de Braga instala-se no Theatro Circo. Um ano depois, em 1988, a Câmara Municipal de Braga adquire o Theatro Circo.


 

Aspectos negativos:

Depois da remodelação a fundo, tornou-se um local de referência no que toca à cultura Bracarense. Apesar disso existem ainda algumas falhas, no que toca, por exemplo ao isolamento da ventilação. Podemos estar muito bem a ver um espectáculo, e de repente, sermos presenteados com um belo cheiro a fritos derivado do restaurante aberto no mesmo edificil, que partilha as mesmas condutas de ar.

publicado por techbraga às 14:48
editado por Luis em 12/03/2008 às 22:22

07
Fev 08

Desculpem as demoras,mas aqui vai:

 

 

Hugo mendes, Luis Costa, Paulo Pimenta,Rui Braga

nº8                       nº13                 nº17                 nº22

 

 

 

A avaliaçao do nosso grupo no 1ºperiodo foi de 13 valores.

É pouco, mas o grupo esta disposto a cumprir objectivos, a melhorar o blog e seguir em frente com o projecto.

Vamos a procura de melhores resultados  e melhores classificaçoes.

Até a proxima.

publicado por Luis às 15:41

17
Jan 08

Convento dos Congregados

 

 

 

O Convento dos Congregados é um edifício barroco projectado pela Congregação do Oratório, conhecidos como Oratorianos, vindos para Braga a convite de João de Meira Carrilho influente cónego desta cidade, cujo início da construção data dos finais do séc. XVII. No decorrer do séc. XVIII foi consideravelmente ampliado, primeiro com a construção da Basílica e depois, com mais um andar no edifício original. A Congregação do Oratório, foi expulsa do convento em 30 de Maio de 1834. O edifício foi então convertido em Biblioteca Pública de Braga, que só abriu as portas em 16 de Setembro de 1857. O seu primeiro director foi Manuel Rodrigues Abreu, encarregado da recolha dos livros de 19 conventos de Braga, Guimarães, Amares, Barcelos, Celorico de Basto e Cabeceiras de Basto. Entretanto a 20 de Setembro de 1844, instala-se também no edifício o Liceu de Braga como Liceu Nacional de Braga. Teve no entanto este espaço ainda outros aproveitamentos embora mais efémeros, como por exemplo, Quartel-general da Brigada do Minho, enfermaria provisória durante uma epidemia de cólera, Repartições públicas tais como Governo Civil e Finanças. Em 1921 o Liceu muda para o antigo Colégio do Espírito Santo dando origem ao Liceu Nacional Sá de Miranda. Nesse mesmo ano, em Dezembro, instala-se no espaço ocupado pelo liceu a escola do Magistério Primário de Braga. Dois anos depois, em 1933, a biblioteca sai também do edifício, mudando-se para o Paço Arquiepiscopal. O Magistério Primário de Braga permaneceu até 1989, altura em que foi substituído pelo então Centro Integrado de Formação de Professores da Universidade do Minho, que na época tomou posse de todo o património existente. Mais tarde foi instalado o Instituto de Estudos da Criança, ficando lá sediado até ao ano de 2007. Actualmente encontram-se no edifício a comissão instaladora do Laboratório Internacional Ibérico de Nanotecnologia, a Escola de Enfermagem e o departamento de Música da Universidade do Minho.


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